Era verão, final de tarde, e Vitor estava a beira do riacho, que cortava a cidade e passará atras de sua casa. Estava ali esperando por Isabella, uma bela moça que havia conhecido na noite anterior numa das mais populares festas que ocorriam durante o verão, moça de uma familia das mais distintas daquela cidade, familia que via como rival a de Vitor. Duas familias que não abriam mão de sua dita nobreza e cultura. Mas mesmo com todas as diferenças aquela pequena cidade vivia em paz, sem conflitos nem brigas, uma rivalidade harmonioza mas sem nunca curvar-se ou misturar-se uns com os outros.
Mesmo sabendo da rivalidade que existia entre suas familias, Vitor e Isabella haviam começado uma amizade na mesma festa onde se conheceram. Vitor estava alegre como sempre, não perdida nenhuma das festas de sua cidade, e estava a olhar para todos os lados a procura de alguma barraca que lhe chamasse a atenção. E foi quando, que numa dessas frequentes olhadas para os lados, ele esbarra em Isabella, que acaba por cair no chão. Vitor, cavalheiro como sempre, logo se prontificou a ajudar a bela moça estendendo-lhe a mão para que pudesse levantar-se.
- Você esta bem?
- Si..sim, estou bem..
- Ainda bem... Me desculpe, estava meio distraido e não a vi.
- Esta tudo bem, eu tambêm estava meio distraida...
Isabella ja estava em pé quando os dois se olharam e o brilho de seus olhares se uniram fazendo aqueles 3 segundos durarem uma eternidade. Vitor rapidamente bateu uma de suas mãos na sua a estendeu em direção a Isabella.
- Me chamo Vitor, muito prazer.
- O meu é Isabella...
E durante toda a festa os dois conversaram.
Antes de se despedirem, e voltarem para suas respectivas casas, familias e costumes, eles fizeram uma promessa.
- Isabella, promete que nunca, nada e nem ninguem, nem mesmo essa rivalidade idiota de nossas familias, irá acabar com nossa amizade.
- Prometo! Nada nem ninguem irá nos separar, não importa o que aconteça.
Assim os dois combinaram de se encontrar mais uma vez, e foi então que Vitor sugeriu o bosque na beira do riacho que passava perto de sua casa. Isabella concordou e combinaram de se encontrar às 5 horas da tarde do dia seguinte. Se despediram e tomaram rumo cada um para sua casa, e durante todo o caminho os dois não deixaram de pensar um segundo sequer na noite que haviam acabado de viver e em como seria o encontro do dia sequinte.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)




